costumes

Eles podem estar nas coisas mais corriqueiras, como na maneira em que preferimos o pepino: com casca, sem, em rodelas, tirinhas, cortado miudinho ou em conserva.

Quando entramos em contato com outras famílias vamos percebendo as particularidades da nossa, e aos poucos reconhecendo os nossos costumes (e, às vezes, numa atitude infantil, insistimos em achar que os nossos são os melhores).

Ao formarmos uma nova família, misturamos costumes e criamos muitos outros.  Alguns vão surgindo sem muito planejamento, porém, já percebi que os mais significativos exigem intencionalidade.

Estou lendo um livro que conta a história de uma mulher chamada Agnes. Ela foi criada por uma mulher viúva, costureira, que considerava muito importante o respeito às pessoas. Essa mãe levava isso tão à sério, que pendurou na sala de casa um quadro com os dizeres: Aqui ninguém fala mal de ninguém! Se alguma visita esquecesse, ela não se intimidava, apontava para o quadro.

Agnes cresceu acreditando que o ser humano tem muito valor. A propósito, você também já deve ter lido algo sobre ela, ficou mais conhecida como Madre Tereza de Calcutá.

Transmitir para as próximas gerações uma receita de sobremesa deliciosa tem seu valor, mas é possível fazer bem mais…

 

[Foto com intervenção de bordado da artista Rochele Zandavalli]